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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Jornal O Globo


O Globo é um jornal diário de notícias brasileiro, fundado em 29 de julho de 1925 e sediado no Rio de Janeiro. Está orientado para o público da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. É parte integrante das Organizações Globo, de propriedade da família Marinho, que inclui a Rádio Globo e a Rede Globo de Televisão. Funcionou como jornal vespertino até 1962, quando se tornou matutino. De orientação política conservadora, é um dos jornais de maior tiragem do país. Ao lado da Folha de S. PauloCorreio Brasiliense e O Estado de S. Paulo, o O Globo é um dos jornais mais influentes do Brasil.

História

O jornal foi fundado em 29 de julho de 1925 por Irineu Marinho. No entanto, Irineu faleceu 21 dias após a fundação do jornal. O Globo foi então herdado por seu filho Roberto Marinho, que trabalhava na empresa como repórter e secretário particular do pai. Roberto, entretanto, preferiu deixar o comando da empresa nas mãos do jornalista Euclydes de Matos, amigo de confiança de seu pai. Somente assumiu o controle da empresa após a morte de Euclydes, em 1931. Em 1936, O Globo lançou a primeira telefoto da imprensa brasileira. Durante a Segunda Guerra Mundial, o jornal criou O Globo Expedicionário, que levava informações sobre o Brasil para os soldados brasileiros servindo na Europa. Por meio do jornal, da venda de história em quadrinhos, graças ao lançamento de sua primeira revista O Globo Juvenil em 12 de junho de 1937, logo em seguida em 1939, foi lançada a revista O Gibi, o nome gibi se tornaria sinônimo de revista em quadrinhos, e investimentos no ramo imobiliário, Roberto Marinho conseguiu criar um poderoso conglomerado de empresas de mídia, as Organizações Globo, hoje constituída pela TV Globo, Rádio Globo, Editora Globo e demais veículos.
Tornou-se o primeiro jornal brasileiro a circular aos domingos, em 1972.
Em 1984, Roberto Marinho, proprietário de O Globo, publica artigo em seu jornal declarando apoio ao Regime Militar desde o seu início em 1964 até o processo de abertura política: "Participamos da Revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada. Quando a nossa redação foi invadida por tropas anti-revolucionárias, mantivemo-nos firmes em nossa posição. Prosseguimos apoiando o movimento vitorioso desde os primeiros momentos de correção de rumos até o atual processo de abertura, que se deverá consolidar com a posse do novo presidente."
Em 1996, lançou sua versão digital, após o Jornal do Brasil, o Estado de S. Paulo e a Folha de S. Paulo.



Jornal o Dia


O Dia é um jornal diário publicado na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

História

O jornal foi fundado em 5 de junho de 1951 pelo então deputado Chagas Freitas, futuro governador dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro.
Chagas utilizava o equipamento gráfico do vespertino A Notícia (de propriedade do ex-governador paulista Ademar de Barros) para rodar o jornal. Chagas era sócio e aliado político de Ademar na época.
Na ocasião do Golpe de Estado no Brasil em 1964, o jornal publicou reportagem publicada em 2 de abril daquele ano, em que afirmava:
Cquote1.svgA população de Copacabana saiu às ruas, em verdadeiro carnaval, saudando as tropas do Exército. Chuvas de papéis picados caíam das janelas dos edifícios enquanto o povo dava vazão, nas ruas, ao seu contentamentoCquote2.svg
— O Dia
Em 1983, O Dia foi comprado pelo jornalista e empresário Ary Carvalho. Inicialmente um veículo de forte apelo popular, voltado para notícias policiais e de violência, o jornal passou por ampla reforma no início da década de 1990, com a intenção de competir por leitores com os mais tradicionais Jornal do Brasil e O Globo.
Com o falecimento de Ary Carvalho em 2003, a propriedade da empresa foi divida entre suas três filhas: Ariane, Gigi e Eliane de Carvalho.
Em 2005, Ariane deixou a sociedade para fundar o jornal Q!, levando junto a rádio MPB FM.
Nesta altura, a Editora O Dia incluia ainda o jornal Meia Hora, o portal O Dia Online, a TV O Dia e a rádio FM O Dia, além de uma agência de notícias e do Instituto Ary Carvalho. Em abril de 2010 a Editora O Dia vendeu parte do seu capital para a EJESA, Empresa Jornalística Econômico SA, que publica o Brasil Econômico, por US$ 75 milhões.
Já com a EJESA, a Editora O Dia lança o desportivo MarcaCampeão - em parceria com o jornal líder espanhol Marca

Cadernos


Caderno D

Em meados de 1988, o jornal O Dia apresentou um novo tipo de caderno: o Caderno D, que atualmente é conhecido como O Dia D. O caderno trazia diariamente guias da programação televisiva, piadas, jogo de erros e palavras cruzadas, e também tiras de quadrinhos diárias. As primeiras tiras deste caderno foram:
  • Pelezinho: Um personagem do desenhista Maurício de Sousa, que representava o Rei Pelé em sua juventude. Essa série de tiras foi cancelada em 1990, dando lugar a outras. Pelezinho teve suas revistas nos anos 70 e 80 (canceladas em 1987), mas é atualmente um personagem esquecido.
  • Vereda Tropical: Uma série de tiras realizadas pelo desenhista Nani, que satiriza a situação político-social cotidiana do Brasil. Os personagens principais são: Veizim, um velho índio amarelo de cabelos brancos; Turuna, um índio de pele alaranjada e cabelos pretos; e Fernandias, um personagem há alguns anos esquecido nessa tira, e que é uma paródia de Fernão Dias. Esta série de tiras é a única que estreou junto com o Caderno D e permanece até hoje no mesmo.
  • Dr. Baixada: Uma série de tiras, (hoje já esquecida) realizada pelo desenhista Luscar. Apresentava um personagem chamado Dr. Baixada, um homem baixo, vestido com um chapéu preto, óculos escuros e roupas pretas, que talvez fosse uma paródia do famoso Tenório Cavalcanti. Também retratava situações político-socias cotidianas brasileiras como Vereda Tropical, mas não durou muito tempo, sendo cancelada em 1990.
  • Fujoão: Uma série de tiras realizada pelo cartunista Nivaldo, que esteve presente no Caderno D do início até 1990.

Design de notícias

Já pelo lado visual, o "Caderno D" sempre foi pioneiro e suas capas são referência no cenário do design de notícias brasileiro. A criatividade e a ousadia são características do caderno diário.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Jornal Extra


Jornal Extra é um jornal regional português, pertencente à Maglepress, uma agência de publicidade que também é produtora de audiovisuais.

História

Jornal Extra, enquanto jornal semanal, surgiu em Portugal a partir de Lisboa, em 1977, dirigido por Mário Ventura Henriques, que fazia parte de um grupo de fundadores que incluiam Maria Leonor Quaresma (jornalista), Altaír de Campos (coronel), Rogério Barroso (advogado) e António Ribeiro (contabilista). Serviu um objectivo social e político. Por incompatibilidades, dissolveu-se em Abril de 1978.
Em suporte papel, reaparece em 2004 dirigido por Maria Leonor Quaresma, com periodicidade quinzenal e integrando uma nova componente para as comunidades portuguesas. O jornal era então distribuído gratuitamente nas zonas de Almada, Costa de Caparica,Sobreda, Charneca de Caparica, Corroios, Seixal e Óbidos. Cerca de 1500 exemplares eram ainda enviados para a comunidade portuguesa residente em França.

Jornal Extra Online

Em Março de 2008, é criado por Tiago Matos o Jornal Extra Onli, visando combater as dificuldades sentidas no mercado dos jornais regionais gratuitos. O Jornal Extra Online, construído em formato de fórum, assumiu a sua pretensão em ser não apenas um meio informativo mas um verdadeiro portal de opinião e comunicação entre o público que pode agora, se assim o desejar, enviar os seus próprios textos para serem aprovados e posteriormente colocados no jornal online.